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Palco para o show de encerramento do Floripa Instrumental, depois de dois dias de chuva. foto by Duda Hamilton |
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Em clima de Festival Europeu, foto Duda Hamilton |
Com a benção da Nossa Senhora da
Lapa e a permissão de São Pedro, depois de dois dias de chuva, o encerramento
do Floripa Instrumental foi ao ar livre, como formatado desde sua primeira
edição. No último dia, sábado, 17, teve chorinho na praia, com o grupo Ginga do Mané e convidados, depois uma
apresentação da Banda da Lapa no salão paroquial, o fechamento com Luiz Meira e
banda, e ainda com folego e ouvidos afinados, o público curtiu a última jam
sessiom que foi até as 3horas.
Tudo isso mostra a diversidade oferecida, com
shows, oficinas, jam e uma comunhão entre público e músicos, sem estrelismos e
listas vips.
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Apresentação da Banda da Lapa, a comunidade sempre presente no Floripa Instrumental, foto Pablo Corti |
Desenhado para ser um evento ao ar
livre, gratuito e direcionado para quem gosta de música instrumental, o Floripa
colocou os bancos da Igreja na rua, a música no ar do Ribeirão e contou com a
participação de boa parte da comunidade, talvez uma das grandes aliadas, como a
patrocinadora Tractebel, maior geradora privada de energia do país.
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Jorginho do Trompete, foto Pablo Corti |
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No palco, na praça ou com a comunidade, a simpatia de Jorginho, por Pablo Corti |
Neste ano, a energia, a simpatia e o
virtuosismo de Jorge Alberto de Paula, mais conhecido como Jorginho do
Trompete, foi o destaque do encontro. Seja nas jams, nas oficinas, nas
participações especiais, solando clássicos de MPB, jazz e improvisos, Jorginho
é um músico criativo e completo, mostrando isso na participação especial com
Luiz Meira, com quem nunca tinha dividido o palco, e no relacionamento com a comunidade, oferecendo sempre seu sorriso e talento.
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Público em harmonia com a música instrumental, foto Pablo Corti |
Desta vez
Meira não colocou as pessoas para dançar, como está acostumado nos bares e
shows feitos na Ilha, mas fez o público olhar para a Igreja e agradecer por
momentos tão emocionantes, simples e de total comunhão.
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Luiz Meira e banda e as bençãos de Nossa Senhora da Lapa, foto Pablo Corti |
A Ilha, que nos últimos dias deixou
de ser da magia pela violência, por alguns dias foi mágica no Ribeirão da Ilha,
num cenário perfeito e em clima de festival de música europeu, como bem definiu
uma portuguesa que lá estava com a família. Que assim seja!!!
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